FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Aproximação entre a FUNDAFFEMG e a UNIDAS estadual

A gestora do Serviço de Promoção a Saúde da FUNDAFFEMG, Flávia Alves, foi eleita como Diretora de Comunicação da União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde de Minas Gerais, UNIDAS - MG para o biênio 2019-2021. Junto a entidade, a FUNDAFFEMG amplia sua representatividade no cenário das Autogestões no Estado e conquista diversos benefícios.   

 

Conte com a FUNDAFFEMG para viajar de férias com segurança

O mês de julho marca a temporada de férias escolares, período em que muitas famílias têm uma folga para viagens. É comum que o planejamento inclua escolher o destino ideal, reservar o hotel e o transporte, além de listar todas as atrações que merecem uma visita.

É possível viver bem com diabetes

Quando recebeu o diagnóstico de diabetes, Júnia Botelho Estrela e sua família tiveram medo. Afinal, estavam diante de uma doença popularmente conhecida por suas complicações. “No início foi desesperador, mas, com o tempo, entendi que é possível conviver com a diabetes”, lembra a servidora pública. Assim como Júnia, outros 16 milhões de brasileiros lidam diariamente com a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Saiba quais são e como evitar as doenças do inverno

O inverno começa em 21 de junho, mas, na prática, as frentes frias que derrubam as temperaturas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, já estão a todo vapor. Para se sentirem mais confortáveis nesse período, muitas pessoas abrem o armário em busca de um bom casaco, ao mesmo tempo em que fecham portas e janelas. O resultado? Maior incidência de algumas doenças.

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É possível viver bem com diabetes


Quando recebeu o diagnóstico de diabetes, Júnia Botelho Estrela e sua família tiveram medo. Afinal, estavam diante de uma doença popularmente conhecida por suas complicações. “No início foi desesperador, mas, com o tempo, entendi que é possível conviver com a diabetes”, lembra a servidora pública. Assim como Júnia, outros 16 milhões de brasileiros lidam diariamente com a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Seguindo uma tendência mundial, o número de diabéticos só cresce no Brasil. De 2006 a 2016, o Ministério da Saúde registrou um aumento de 61,8% dos casos. Trata-se, portanto, de uma epidemia. Não à toa, há duas datas no calendário do Ministério da Saúde destinadas ao combate à doença: 27 de junho, Dia Internacional do Diabético, e 14 de novembro, Dia Mundial da Diabetes.

 

Tipos mais comuns

A endocrinologista Marina Mendes explica que a diabetes pode ser ocasionada por fatores distintos e se apresentar de formas diferentes, sendo mais comuns os tipos 1 e 2. “Apesar de existirem mais de 20 tipos de diabetes, vários deles muito específicos, são esses os mais frequentes”, comenta.

De modo geral, ter diabetes significa ter altos índices de açúcar no sangue. O tipo 1 é caracterizado pela reação autoimune do corpo, que afeta a produção natural de insulina no pâncreas. Sem níveis suficientes desse hormônio, o sangue apresenta altos índices glicêmicos. Já o tipo 2 ocorre quando o organismo passa a não usar a insulina que produz ou a não produzi-la em quantidades adequadas, por influência de fatores genéticos ou do estilo de vida.

Para a endocrinologista Thais Libero, sedentarismo e má alimentação podem ser decisivos para o diagnóstico do tipo 2. “Esse é o mais comum e pode ser reflexo de maus hábitos em longo prazo. Quando aliada à pressão alta ou ao colesterol elevado, é ainda mais preocupante”, alerta.

 

Doce Vinda: nosso apoio para beneficiários com diabetes

Assim como a Júnia, muitos pacientes que procuram apoio médico se preocupam com as complicações da diabetes, já que a falta de tratamento pode causar doenças renais, problemas de circulação e de visão. A endocrinologista Marina Mendes recomenda combinar quatro fatores: alimentação saudável, atividade física regular, uso de medicamentos e cuidado com a saúde mental. São esses os pilares que sustentam o programa Doce Vinda, da FUNDAFFEMG. “Buscamos oferecer apoio ao paciente, porque o tratamento exige disciplina. Como a diabetes é silenciosa, não dói, um fator de risco é o abandono do cuidado”, orienta.

Quem participa da iniciativa conta com acompanhamento periódico e multidisciplinar. “Em casos mais graves, o tratamento é iniciado com a insulina. O paciente recebe todo o apoio para aprender a aplicar a injeção e monitorar os níveis de açúcar no sangue. Caso adote hábitos saudáveis, a melhora é garantida”, reforça Thais Libero.

Foi assim com Júnia. Diagnosticada com o tipo 2, ela mudou completamente o estilo de vida. Passou a fazer acompanhamento nutricional, a se exercitar regularmente e a trocar experiências com outros beneficiários. O resultado? Perdeu 14 kg e passou a controlar a glicose apenas com medicamentos, sem mais injeções. “Quem tem diabetes não pode desistir. Com conhecimento e apoio, é possível viver bem”, completa.

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