FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Dengue, zika e chikungunya: saiba suas diferenças e como evitar as doenças

Verão é sinônimo de altas temperaturas e grande volume de chuvas, ideais para a proliferação do mosquito urbano que quase todo brasileiro conhece: o Aedes aegypti, causador da dengue, zika e chikungunya. De forma geral, as doenças provocam febre, dores de cabeça e nas articulações, além de enjoo e manchas pelo corpo. Mas há diferenças importantes que influenciam no tratamento de cada uma.

Fique atento: alguns exames e procedimentos demandam autorização prévia

O Carnaval está logo aí. Caso você tenha algum exame ou procedimento a ser realizado neste período e que demande autorização prévia, adiante-se e solicite a autorização para a Fundaffemg até 28/02/2019.

Você conhece as responsabilidades do beneficiário junto à FUNDAFFEMG?

O fornecimento de todas as informações referentes a dados de beneficiários, solicitadas pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), é de responsabilidade da FUNDAFFEMG. Para isso, o beneficiário também deve estar atento e manter sempre atualizados seus dados cadastrais junto à fundação, para que as informações previstas no Sistema de Informações de Beneficiários (SIB) sejam encaminhadas corretamente.


 

Mais recursos no combate ao câncer

O Dia Mundial de Combate ao Câncer (4 de fevereiro) foi instituído pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), com o objetivo de chamar atenção para o problema. Nos últimos anos, a medicina evoluiu no tratamento dessa enfermidade. Quais são as novidades mais recentes? Para responder a essa e a outras perguntas, o Jornal da Fundaffemg entrevistou o médico Alexandre Chiari, coordenador do corpo clínico da Oncomed-BH. Acompanhe, a seguir, um resumo da conversa.

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Faça sua parte na luta contra o sarampo


Nos últimos meses, o Brasil tem registrado um número cada vez maior de casos de uma doença até então erradicada no país, o sarampo. Segundo o Ministério da Saúde, até dezembro de 2018 foram registrados mais de 10 mil casos, principalmente nos Estados do Amazonas e Roraima. O dado preocupa tanto porque já houve registros dos primeiros casos no Sudeste quanto porque o sarampo é altamente contagioso e pode ser perigoso à saúde: transmitido pela tosse, espirro, fala ou respiração, pode causar complicações, principalmente em gestantes, bebês e pessoas desnutridas. 


Normalmente, o doente apresenta febre e manchas avermelhadas pelo corpo, além de tosse, coriza ou conjuntivite. Para o Ministério da Saúde, são considerados casos suspeitos doentes que apresentem esses sintomas e que tenham feito alguma viagem ao exterior nos últimos 30 dias – ou que tenham tido contato, no mesmo período, com alguém que viajou para fora do país. 


O tratamento é sintomático, voltado para aliviar os sinais da doença. A indicação é repousar, reforçar a hidratação, tomar antitérmicos para baixar a febre e manter uma alimentação balanceada e saudável. Em alguns casos, é necessário administrar vitamina A para diminuir o risco de cegueira. Caso não seja tratada corretamente, a doença pode levar à perda da visão (por conta de lesão na córnea), surdez (ocasionada por otite) e pneumonia – e, em casos mais graves, ser fatal. 


Vacina é principal forma de prevenção

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece gratuitamente à população duas vacinas capazes de combater o vírus causador do sarampo: a tríplice viral e a tetraviral. Quem já tiver tomado a vacina de acordo com as indicações para a faixa etária não precisa se imunizar novamente. Veja, a seguir, quais são as orientações do Ministério da Saúde quanto à vacinação:


 

Em crianças: 

 

  • De 12 meses a 5 anos: uma dose da tríplice viral aos 12 meses e uma dose da tetraviral aos 15 meses de idade; 
  • De 5 a 9 anos (que não se vacinaram no período anterior): duas doses da tríplice viral. 


Adolescentes e adultos (que não se vacinaram na infância):

  • De 10 a 29 anos:duas doses da vacina tríplice. 
  • De 30 a 49 anos: dose da tríplice viral. 

Fonte: Ministério da Saúde

 

 

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