FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico-hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

Receitas saudáveis para curtir na temporada mais fria do ano

Em julho, o nosso perfil do Instagram trouxe para os seguidores uma seleção de receitas de pratos especiais para o frio. Além de deliciosas, as sugestões são saudáveis e práticas de se preparar. 

 

Mês de luta contra uma doença silenciosa

O mês de julho tem uma cor especial e é dedicado a uma luta importante: em 2019, o governo brasileiro instituiu o Julho Amarelo, movimento para reforçar o combate contra as hepatites virais. O que se busca é envolver a população na prevenção e diagnóstico precoce da doença, caracterizada pela inflamação no fígado. Ela pode ser causada por vírus, por enfermidades autoimunes, metabólicas e genéticas e pelo uso de remédios, álcool e outras drogas.

 

 

É hora de parar de fumar

O perigo é real. Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabagismo causou a morte de 100 milhões de pessoas no século 20.

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Combate às DSTs: preocupação deve ser de todos


Cada vez mais jovens e idosos têm contraído a AIDS no Brasil. É o que mostra o boletim epidemiológico sobre o vírus HIV do Ministério da Saúde, publicado todos os anos. A edição de 2017 constatou aumento no registro da doença entre homens e mulheres de 15 a 19 anos (a taxa triplicou em dez anos) e entre mulheres com mais de 60 anos (14,3% de 2006 a 2016). A AIDS, assim, está mais perto do que se imagina. Por isso, 1º de dezembro, quando se comemora o Dia Internacional de Luta com a AIDS, continua sendo uma data importante para reforçar a prevenção.  

Para a ginecologista Dra. Daniela Espírito Santo, que atende no CPS, muitas pessoas deixaram de ficar atentas, o que pode estar relacionado aos avanços no tratamento da AIDS. “Os portadores têm mais qualidade de vida com as novas medicações, e isso tira aquele alerta sobre seus riscos, como ocorria anos atrás. E, como consequência, vemos o aumento de novos casos, além da incidência de outras doenças sexualmente transmissíveis”, comenta.


A onda de não prevenção tem feito com que cada vez mais pacientes cheguem ao consultório com sintomas de sífilis, gonorreia, tricomíase e clamídia. “Sempre falo com meus pacientes que não achei que veria essas doenças com a proporção que encontro hoje. As pessoas perderam o medo e não estão usando camisinha durante as relações sexuais”, alerta.

EDUCAÇÃO SEXUAL E CAMISINHA
Para combater a AIDS e outras tantas doenças sexualmente transmissíveis, o caminho é usar camisinha durante as relações sexuais, ainda que o relacionamento entre os parceiros seja estável. “O uso de preservativos é o método mais eficaz. É o único que oferece dupla proteção, sendo eficaz tanto para reduzir o risco de transmissão do HIV e de outras DSTs quanto para a contracepção”, comenta o urologista Dr. Lucas Nogueira. Para a Dra. Daniela, outra estratégia é a informação. É necessário conversar sobre as DSTs com o médico de confiança e entender que a incidência dessas doenças não é exclusividade de alguns grupos. “As pessoas precisam saber que elas são doenças facilmente contagiosas, mas que, se tratadas em estágios iniciais, têm tratamentos mais simples e alta chance de cura”, reforça.

VACINA CONTRA HPV
Preconceito e desinformação também são fatores de risco quando o assunto é o HPV, o papiloma vírus humano, causador do câncer em regiões genitais (em homens e mulheres) e também no ânus. A orientação atual do Ministério da Saúde é que meninas e meninos entre 9 e 15 anos sejam vacinados, mas muitas famílias ainda encaram isso como tabu, por acreditarem que a atitude pode causar o início precoce da vida sexual do adolescente. “É importante que a vacina seja ministrada bem antes da vida sexual, para que seja capaz de combater o vírus com mais eficácia no momento certo”, conta a ginecologista. O aumento dos casos da doença no país é alarmante. Segundo o Ministério da Saúde, mais da metade dos jovens entre 16 e 25 anos possui algum tipo de HPV. A FUNDAFFEMG oferece reembolso de parte do custo da vacina para beneficiários com idades entre 9 e 26 anos.
 

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