FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Mamografia: exame que salva vidas

A mulher conta com um aliado na luta contra o câncer de mama. Trata-se do exame, que, dada a sua importância, possui até um dia dedicado a ele: o Dia Nacional da Mamografia, lembrado em 5 de fevereiro. A data foi instituída em 2008 no Brasil para sensibilizar a população sobre o tema. E o alerta é necessário: a cobertura mamográ­fica no país está longe de alcançar os patamares indicados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A recomendação é que ao menos 70% das mulheres entre 50 e 69 anos realizem periodicamente o exame. Mas, em 2017, apenas 24,1% da população feminina nessa faixa etária fez a mamogra­fia – o pior índice nos últimos cinco anos.

A luta das mulheres está só começando

 

Ser mulher ainda é um desa­fio no Brasil e no mundo. É por isso que a data dedicada a elas, o Dia da Mulher (8 de março), tem se tornado um momento para comemorar avanços, mas também para colocar em pauta os desafios relacionados ao gênero.

Dengue, zika e chikungunya: saiba suas diferenças e como evitar as doenças

Verão é sinônimo de altas temperaturas e grande volume de chuvas, ideais para a proliferação do mosquito urbano que quase todo brasileiro conhece: o Aedes aegypti, causador da dengue, zika e chikungunya. De forma geral, as doenças provocam febre, dores de cabeça e nas articulações, além de enjoo e manchas pelo corpo. Mas há diferenças importantes que influenciam no tratamento de cada uma.

Fique atento: alguns exames e procedimentos demandam autorização prévia

O Carnaval está logo aí. Caso você tenha algum exame ou procedimento a ser realizado neste período e que demande autorização prévia, adiante-se e solicite a autorização para a Fundaffemg até 28/02/2019.

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Combate às DSTs: preocupação deve ser de todos


Cada vez mais jovens e idosos têm contraído a AIDS no Brasil. É o que mostra o boletim epidemiológico sobre o vírus HIV do Ministério da Saúde, publicado todos os anos. A edição de 2017 constatou aumento no registro da doença entre homens e mulheres de 15 a 19 anos (a taxa triplicou em dez anos) e entre mulheres com mais de 60 anos (14,3% de 2006 a 2016). A AIDS, assim, está mais perto do que se imagina. Por isso, 1º de dezembro, quando se comemora o Dia Internacional de Luta com a AIDS, continua sendo uma data importante para reforçar a prevenção.  

Para a ginecologista Dra. Daniela Espírito Santo, que atende no CPS, muitas pessoas deixaram de ficar atentas, o que pode estar relacionado aos avanços no tratamento da AIDS. “Os portadores têm mais qualidade de vida com as novas medicações, e isso tira aquele alerta sobre seus riscos, como ocorria anos atrás. E, como consequência, vemos o aumento de novos casos, além da incidência de outras doenças sexualmente transmissíveis”, comenta.


A onda de não prevenção tem feito com que cada vez mais pacientes cheguem ao consultório com sintomas de sífilis, gonorreia, tricomíase e clamídia. “Sempre falo com meus pacientes que não achei que veria essas doenças com a proporção que encontro hoje. As pessoas perderam o medo e não estão usando camisinha durante as relações sexuais”, alerta.

EDUCAÇÃO SEXUAL E CAMISINHA
Para combater a AIDS e outras tantas doenças sexualmente transmissíveis, o caminho é usar camisinha durante as relações sexuais, ainda que o relacionamento entre os parceiros seja estável. “O uso de preservativos é o método mais eficaz. É o único que oferece dupla proteção, sendo eficaz tanto para reduzir o risco de transmissão do HIV e de outras DSTs quanto para a contracepção”, comenta o urologista Dr. Lucas Nogueira. Para a Dra. Daniela, outra estratégia é a informação. É necessário conversar sobre as DSTs com o médico de confiança e entender que a incidência dessas doenças não é exclusividade de alguns grupos. “As pessoas precisam saber que elas são doenças facilmente contagiosas, mas que, se tratadas em estágios iniciais, têm tratamentos mais simples e alta chance de cura”, reforça.

VACINA CONTRA HPV
Preconceito e desinformação também são fatores de risco quando o assunto é o HPV, o papiloma vírus humano, causador do câncer em regiões genitais (em homens e mulheres) e também no ânus. A orientação atual do Ministério da Saúde é que meninas e meninos entre 9 e 15 anos sejam vacinados, mas muitas famílias ainda encaram isso como tabu, por acreditarem que a atitude pode causar o início precoce da vida sexual do adolescente. “É importante que a vacina seja ministrada bem antes da vida sexual, para que seja capaz de combater o vírus com mais eficácia no momento certo”, conta a ginecologista. O aumento dos casos da doença no país é alarmante. Segundo o Ministério da Saúde, mais da metade dos jovens entre 16 e 25 anos possui algum tipo de HPV. A FUNDAFFEMG oferece reembolso de parte do custo da vacina para beneficiários com idades entre 9 e 26 anos.
 

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