FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

É possível viver bem com diabetes

Quando recebeu o diagnóstico de diabetes, Júnia Botelho Estrela e sua família tiveram medo. Afinal, estavam diante de uma doença popularmente conhecida por suas complicações. “No início foi desesperador, mas, com o tempo, entendi que é possível conviver com a diabetes”, lembra a servidora pública. Assim como Júnia, outros 16 milhões de brasileiros lidam diariamente com a doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Saiba quais são e como evitar as doenças do inverno

O inverno começa em 21 de junho, mas, na prática, as frentes frias que derrubam as temperaturas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, já estão a todo vapor. Para se sentirem mais confortáveis nesse período, muitas pessoas abrem o armário em busca de um bom casaco, ao mesmo tempo em que fecham portas e janelas. O resultado? Maior incidência de algumas doenças.

Apoio para a escolha certa

Imagine contar com apoio necessário para fazer uma escolha profissional adequada. Adicione oportunidades de conversar sobre os temas que mais causam angústia, medo e ansiedade na juventude.

FUNDAFFEMG renova o seu espaço no cenário das Autogestões no país

No dia 28 de abril, Fátima Taher Jounis, representante da FUNDAFFEMG, foi reeleita membro do Conselho Fiscal da UNIDAS Nacional e designada Presidente deste colegiado. 

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Combate às DSTs: preocupação deve ser de todos


Cada vez mais jovens e idosos têm contraído a AIDS no Brasil. É o que mostra o boletim epidemiológico sobre o vírus HIV do Ministério da Saúde, publicado todos os anos. A edição de 2017 constatou aumento no registro da doença entre homens e mulheres de 15 a 19 anos (a taxa triplicou em dez anos) e entre mulheres com mais de 60 anos (14,3% de 2006 a 2016). A AIDS, assim, está mais perto do que se imagina. Por isso, 1º de dezembro, quando se comemora o Dia Internacional de Luta com a AIDS, continua sendo uma data importante para reforçar a prevenção.  

Para a ginecologista Dra. Daniela Espírito Santo, que atende no CPS, muitas pessoas deixaram de ficar atentas, o que pode estar relacionado aos avanços no tratamento da AIDS. “Os portadores têm mais qualidade de vida com as novas medicações, e isso tira aquele alerta sobre seus riscos, como ocorria anos atrás. E, como consequência, vemos o aumento de novos casos, além da incidência de outras doenças sexualmente transmissíveis”, comenta.


A onda de não prevenção tem feito com que cada vez mais pacientes cheguem ao consultório com sintomas de sífilis, gonorreia, tricomíase e clamídia. “Sempre falo com meus pacientes que não achei que veria essas doenças com a proporção que encontro hoje. As pessoas perderam o medo e não estão usando camisinha durante as relações sexuais”, alerta.

EDUCAÇÃO SEXUAL E CAMISINHA
Para combater a AIDS e outras tantas doenças sexualmente transmissíveis, o caminho é usar camisinha durante as relações sexuais, ainda que o relacionamento entre os parceiros seja estável. “O uso de preservativos é o método mais eficaz. É o único que oferece dupla proteção, sendo eficaz tanto para reduzir o risco de transmissão do HIV e de outras DSTs quanto para a contracepção”, comenta o urologista Dr. Lucas Nogueira. Para a Dra. Daniela, outra estratégia é a informação. É necessário conversar sobre as DSTs com o médico de confiança e entender que a incidência dessas doenças não é exclusividade de alguns grupos. “As pessoas precisam saber que elas são doenças facilmente contagiosas, mas que, se tratadas em estágios iniciais, têm tratamentos mais simples e alta chance de cura”, reforça.

VACINA CONTRA HPV
Preconceito e desinformação também são fatores de risco quando o assunto é o HPV, o papiloma vírus humano, causador do câncer em regiões genitais (em homens e mulheres) e também no ânus. A orientação atual do Ministério da Saúde é que meninas e meninos entre 9 e 15 anos sejam vacinados, mas muitas famílias ainda encaram isso como tabu, por acreditarem que a atitude pode causar o início precoce da vida sexual do adolescente. “É importante que a vacina seja ministrada bem antes da vida sexual, para que seja capaz de combater o vírus com mais eficácia no momento certo”, conta a ginecologista. O aumento dos casos da doença no país é alarmante. Segundo o Ministério da Saúde, mais da metade dos jovens entre 16 e 25 anos possui algum tipo de HPV. A FUNDAFFEMG oferece reembolso de parte do custo da vacina para beneficiários com idades entre 9 e 26 anos.
 

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