FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

FUNDAFFEMG renova o seu espaço no cenário das Autogestões no país

No dia 28 de abril, Fátima Taher Jounis, representante da FUNDAFFEMG, foi reeleita membro do Conselho Fiscal da UNIDAS Nacional e designada Presidente deste colegiado. 

Sinal verde para a segurança no trânsito

A cada ano, acidentes de trânsito matam 1,25 milhão de pessoas em todo mundo, segundo informações da Organização das Nações Unidas (ONU). Por isso, a ONU incluiu, em sua agenda para a prosperidade em 2030, um Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) voltado a reduzir pela metade, até 2020, a taxa de mortes dessa natureza. Infelizmente, o Brasil está longe de alcançar a meta.

 

Viver com saúde na terceira idade

Segundo a Dra. Dóris Diniz Nascimento, geriatra da FUNDAFFFEMG, a qualidade de vida na velhice é sustentada por quatro pilares: alimentação saudável, atividade física regular, equilíbrio emocional/mental e equilíbrio financeiro. “Se o idoso tem esses pilares bem estabelecidos, as limitações físicas comuns do envelhecimento vão ficando para mais tarde”, orienta. Para a especialista, as quatro frentes também são decisivas para proporcionar autonomia às pessoas com mais de 60 anos.

Vamos falar sobre meningite?

A cada caso de meningite noticiado na imprensa, um movimento costuma ser comum: correr para garantir a imunização das crianças. A preocupação é legítima. A doença é grave, demanda internação hospitalar para o tratamento e é mais comum entre os menores de 5 anos. Mas é preciso ter em mente que não há, atualmente, surto (aumento considerável em local específico) de meningite ou epidemia (ocorrência em várias regiões ao mesmo tempo) no Brasil.

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Envelhecendo com saúde


Em 2018, a expectativa de vida da população brasileira alcançou a maior média da história: 76 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O instituto estima que, até 2060, 25,5% do total de brasileiros terá mais que 65 anos – atualmente, o percentual de idosos é 9,2%. Se o número de pessoas mais velhas está crescendo, nem todo mundo sabe responder à seguinte pergunta: qual a fórmula para envelhecer com saúde?

Buscando uma resposta para essa questão, o programa Rememorar, da FUNDAFFEMG, realizou em setembro uma roda de conversa com a socióloga Adelaide Baêta. A atividade teve também a participação da professora de artes Amarílis Coragem, que ilustrou o tema com uma história sobre a recuperação da memória de uma idosa em brincadeiras com crianças. A proposta do encontro foi reforçar a importância da adoção de hábitos saudáveis para garantir a saúde física e mental na velhice.  “Passamos por várias etapas na vida, e envelhecer é uma delas. O que poucas pessoas compreendem é que cada fase tem seus ganhos, perdas e desafios”, comenta Adelaide.

 

Apesar de terem menos agilidade e ficarem cansados com mais facilidade, os idosos, por exemplo, têm mais experiência de vida e conseguem compreender melhor determinadas circunstâncias. “Uma pessoa mais velha enxerga as situações com mais tolerância e compreensão”, exemplifica a socióloga.

 

Wilton Alvarenga segue à risca muitas das dicas apresentadas durante a conversa. Para o aposentado, que completou 77 anos em setembro, a participação no Rememorar tem feito diferença. “Fazemos exercícios e excursões e conversamos muito. Tudo isso é muito bom para a ativação da memória e a socialização. Para muita gente, essa é a única oportunidade para ter contato com outras pessoas”, comenta.


A fórmula do bem-estar

Para Adelaide, o idoso deve aproveitar o tempo livre para exercitar a mente. Ler mais, aprender novos ofícios e estar em contato com outras pessoas são atitudes que podem fazer a diferença para alcançar a felicidade nesse período da vida. “É muito comum o idoso passar mais tempo em casa, o que pode não fazer bem para a saúde. Não é bom estar apenas em um ambiente, mas socializar-se”, defende. Ir ao cinema ou teatro e convidar os amigos para um cafezinho são exemplos de hábitos que contribuem para movimentar o dia a dia do idoso.


Outra atitude que traz benefícios é manter relação próxima com a família, principalmente com os netos. “É muito bom estar perto de crianças, porque elas trazem lembranças de vários períodos vividos e mostram a importância da brincadeira”, comenta Adelaide. Ser voluntário em algum projeto social e organizar visitas a museus ou viagens com amigos da mesma idade são outras práticas incentivadas pela socióloga.


Rememorar

Criado em 2017 pela FUNDAFFEMG, o programa tem como objetivo estimular a mente e promover a socialização de beneficiários com idade a partir de 50 anos. Com ações em Belo Horizonte e Juiz de Fora, tem como proposta preservar a saúde mental desse público, com base na formação de novas conexões cerebrais. A iniciativa busca prevenir a ocorrência de demência e identificar precocemente qualquer alteração relacionada à memória. Outra proposta é realizar atividades culturais e exercícios físicos em grupo. Caso faça parte do público-alvo e tenha interesse em aderir ao projeto, ligue para (31) 2103-5858.


Dez atitudes para manter a saúde física e mental na velhice

  1. Cuide da pressão arterial. Faça a aferição periodicamente e, caso apresente alterações, procure auxílio médico.
  2. Controle a quantidade de açúcar no sangue. Diabetes é uma das maiores causadoras do envelhecimento precoce, podendo gerar danos à circulação sanguínea, ao cérebro, aos olhos e aos rins.
  3. Pratique atividades aeróbicas, como caminhada a passos rápidos. Tente reservar pelo menos 30 minutos por dia para realizar esse exercício físico. Além de ficar mais disposto, você se sentirá mais produtivo. A qualidade do sono também pode melhorar.
  4. Controle o consumo de gorduras e procure ingerir alimentos ricos em vitaminas. Caso seja necessário, busque a suplementação com o auxílio médico.
  5. Não tome medicamentos sem orientação médica e não tente repetir receitas por conta própria.
  6. Procure manter a vida sexual ativa. Evite tabus e converse sobre o assunto com seu parceiro ou parceira e com amigos.
  7. Tenha um ou mais hobbies e dedique tempo para exercitá-los.
  8. Evite o isolamento e a solidão. Se mora sozinho, procure marcar encontros com familiares e amigos. Busque conhecer novos lugares e fazer coisas diferentes.
  9. Exercite a mente todos os dias. Leia, assista a filmes, estude, escreva, faça palavras cruzadas ou jogue algum jogo que desafie o cérebro.
  10. Nunca trate problemas de saúde sozinho, usando alguma receita caseira. Converse com a família e procure orientação médica sempre que sentir qualquer alteração no seu organismo. Dessa forma, você evita doenças que podem ser silenciosas, como o infarto.

Fonte: Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

 

 

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