FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

 Mais eficiência para falar com você

Atender bem é uma prioridade da FUNDAFFEMG. Por isso, um novo sistema de gestão foi implantado recentemente, permitindo a geração de protocolos sempre que os canais de atendimento do plano são acionados. Ou seja, se um beneficiário ou um credenciado ligou para nossa equipe, receberá um número referente àquele contato.

Ir ao Pronto-socorro nem sempre é a melhor opção

Metade da população brasileira procurou um pronto-socorro ou pronto-atendimento em 2016, mas pouco mais de 10% foram encaminhados para internação. Os dados revelados por uma pesquisa feita pelo Ibope, a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), mostram que as pessoas procuram esses locais não somente em casos de urgência e emergência, conforme recomendado pela legislação.

 O caráter solidário da FUNDAFFEMG

A FUNDAFFEMG é um plano de autogestão, pois está vinculado a uma categoria profissional e não possui fins lucrativos. Isso leva a um modo de funcionar específico, em que se destaca a solidariedade: os beneficiários compartilham entre si os custos provenientes do atendimento médico/hospitalar do grupo, em um sistema de mútua ajuda, o de rateio, conforme definido em regulamento próprio.

 Você contribui para o desenvolvimento do seu filho?

Desde o nascimento do bebê até o início da vida adulta, presença familiar é determinante para o crescimento pleno da criança e do jovem. Como explica a gestora do SEMPRE, Flávia Alves, os pais têm o poder de contribuir para que seus filhos desenvolvam habilidades cognitivas, sociais e emocionais. “Por isso que muitos pesquisadores buscam entender melhor essa influência e propor caminhos para garantir a presença da família nesse importante processo”.

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Fibromialgia


A Fibromialgia é uma doença reumatológica, que provoca dores generalizadas pelo corpo, principalmente nas articulações e nos tendões. O paciente apresenta fadiga, intolerância ao exercício físico e sono não repousante – sensação de continuar cansado, mesmo depois de dormir. Na maioria dos casos, a doença afeta o público feminino. As mulheres entre 30 e 55 anos são as mais atingidas. No entanto, pessoas idosas, crianças e adolescentes também podem desenvolver a síndrome.

CAUSAS
A causa da fibromialgia é desconhecida, entretanto, ela possui ligação com a baixa produção de serotonina, neurotransmissor que influencia o sono, o ritmo cardíaco, a produção de hormônios e outras funções fisiológicas. As mulheres produzem menos serotonina, e, por esse motivo, estão mais vulneráveis a problemas como depressão, enxaqueca e transtornos de humor, principalmente no período de TPM.
Também conhecida por Síndrome de Joanina Dognini, a fibromialgia pode se desencadear devido a um trauma físico, uma cirurgia, uma infecção ou mesmo uma tensão psicológica significativa.

SINTOMAS

Inicialmente, o paciente acometido pela fibromialgia apresenta dor localizada, que persiste por, no mínimo, três meses, evolui e se espalha pelo corpo. Os principais sintomas são:
- Dor generalizada e recorrente;
- Indisposição e falta de energia (fadiga);
- Insônia, sono pouco reparador;
- Cefaleia (dor de cabeça intensa);
- Problemas de concentração e de memória;
- Tonturas;
- Síndrome do cólon irritável;
- Sensibilidade ao urinar.
O paciente também pode apresentar disfunção da articulação temporomandibular (que realiza os movimentos da mandíbula e a liga ao crânio), ansiedade e depressão.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
Se as dores persistirem por, pelo menos, três meses, recomenda-se que o paciente procure por um reumatologista, responsável por tratar doenças do tecido conjuntivo, articulações e doenças autoimunes. O diagnóstico é clínico, baseado na identificação de pontos dolorosos. Exames laboratoriais e radiológicos são utilizados para avaliar as condições gerais dos pacientes e para analisar a existência de outras doenças causadoras de dor.
A fibromialgia não tem cura, mas existem diversos tratamentos eficazes para o seu controle, como:
- Atividades físicas, de acordo com a avaliação médica;
- Uso de medicamentos antidepressivos e neuromoduladores, pois eles aumentam a quantidade de neurotransmissores que diminuem a dor;
- Fisioterapia;
- Massagens e acupuntura;
- Tratamentos do sono e da dor;
- Tratamentos para o controle da ansiedade/depressão;
- Terapia cognitivo-comportamental.
Siga as recomendações médicas, evite carregar peso, durma o suficiente, pratique exercícios físicos regularmente, procure posições confortáveis quando for permanecer sentado e, também, considere a possibilidade de buscar ajuda psicológica. É possível conviver com a fibromialgia!

Informações retiradas dos sites fibromialgia.com.br e drauziovarella.com.br

 

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