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Dengue, zika e chikungunya: saiba suas diferenças e como evitar as doenças

Verão é sinônimo de altas temperaturas e grande volume de chuvas, ideais para a proliferação do mosquito urbano que quase todo brasileiro conhece: o Aedes aegypti, causador da dengue, zika e chikungunya. De forma geral, as doenças provocam febre, dores de cabeça e nas articulações, além de enjoo e manchas pelo corpo. Mas há diferenças importantes que influenciam no tratamento de cada uma.

Fique atento: alguns exames e procedimentos demandam autorização prévia

O Carnaval está logo aí. Caso você tenha algum exame ou procedimento a ser realizado neste período e que demande autorização prévia, adiante-se e solicite a autorização para a Fundaffemg até 28/02/2019.

Você conhece as responsabilidades do beneficiário junto à FUNDAFFEMG?

O fornecimento de todas as informações referentes a dados de beneficiários, solicitadas pela Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), é de responsabilidade da FUNDAFFEMG. Para isso, o beneficiário também deve estar atento e manter sempre atualizados seus dados cadastrais junto à fundação, para que as informações previstas no Sistema de Informações de Beneficiários (SIB) sejam encaminhadas corretamente.


 

Mais recursos no combate ao câncer

O Dia Mundial de Combate ao Câncer (4 de fevereiro) foi instituído pela União Internacional para o Controle do Câncer (UICC), com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), com o objetivo de chamar atenção para o problema. Nos últimos anos, a medicina evoluiu no tratamento dessa enfermidade. Quais são as novidades mais recentes? Para responder a essa e a outras perguntas, o Jornal da Fundaffemg entrevistou o médico Alexandre Chiari, coordenador do corpo clínico da Oncomed-BH. Acompanhe, a seguir, um resumo da conversa.

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Fibromialgia


A Fibromialgia é uma doença reumatológica, que provoca dores generalizadas pelo corpo, principalmente nas articulações e nos tendões. O paciente apresenta fadiga, intolerância ao exercício físico e sono não repousante – sensação de continuar cansado, mesmo depois de dormir. Na maioria dos casos, a doença afeta o público feminino. As mulheres entre 30 e 55 anos são as mais atingidas. No entanto, pessoas idosas, crianças e adolescentes também podem desenvolver a síndrome.

CAUSAS
A causa da fibromialgia é desconhecida, entretanto, ela possui ligação com a baixa produção de serotonina, neurotransmissor que influencia o sono, o ritmo cardíaco, a produção de hormônios e outras funções fisiológicas. As mulheres produzem menos serotonina, e, por esse motivo, estão mais vulneráveis a problemas como depressão, enxaqueca e transtornos de humor, principalmente no período de TPM.
Também conhecida por Síndrome de Joanina Dognini, a fibromialgia pode se desencadear devido a um trauma físico, uma cirurgia, uma infecção ou mesmo uma tensão psicológica significativa.

SINTOMAS

Inicialmente, o paciente acometido pela fibromialgia apresenta dor localizada, que persiste por, no mínimo, três meses, evolui e se espalha pelo corpo. Os principais sintomas são:
- Dor generalizada e recorrente;
- Indisposição e falta de energia (fadiga);
- Insônia, sono pouco reparador;
- Cefaleia (dor de cabeça intensa);
- Problemas de concentração e de memória;
- Tonturas;
- Síndrome do cólon irritável;
- Sensibilidade ao urinar.
O paciente também pode apresentar disfunção da articulação temporomandibular (que realiza os movimentos da mandíbula e a liga ao crânio), ansiedade e depressão.

DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
Se as dores persistirem por, pelo menos, três meses, recomenda-se que o paciente procure por um reumatologista, responsável por tratar doenças do tecido conjuntivo, articulações e doenças autoimunes. O diagnóstico é clínico, baseado na identificação de pontos dolorosos. Exames laboratoriais e radiológicos são utilizados para avaliar as condições gerais dos pacientes e para analisar a existência de outras doenças causadoras de dor.
A fibromialgia não tem cura, mas existem diversos tratamentos eficazes para o seu controle, como:
- Atividades físicas, de acordo com a avaliação médica;
- Uso de medicamentos antidepressivos e neuromoduladores, pois eles aumentam a quantidade de neurotransmissores que diminuem a dor;
- Fisioterapia;
- Massagens e acupuntura;
- Tratamentos do sono e da dor;
- Tratamentos para o controle da ansiedade/depressão;
- Terapia cognitivo-comportamental.
Siga as recomendações médicas, evite carregar peso, durma o suficiente, pratique exercícios físicos regularmente, procure posições confortáveis quando for permanecer sentado e, também, considere a possibilidade de buscar ajuda psicológica. É possível conviver com a fibromialgia!

Informações retiradas dos sites fibromialgia.com.br e drauziovarella.com.br

 

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