FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

 Entenda porque a FUNDAFFEMG é uma autogestão

 A FUNDAFFEMG é uma operadora de autogestão porque está vinculada a uma categoria de profissionais, os associados da Associação dos Funcionários Fiscais do Estado de Minas Gerais (AFFEMG). A Fundação, que possui autonomia administrativa e financeira para gerenciar serviços, surgiu de uma iniciativa da própria categoria profissional, em  1985,  com o lema de solidariedade, seguindo o princípio da mútua ajuda, motivo pelo qual o sistema de contribuição é o rateio de despesas entre os beneficiários.  

 

Cuidados com a saúde no inverno

O inverno está aí, e, com a queda da temperatura, os cuidados com a saúde devem dobrar. O clima frio e seco favorece a ocorrência de alergias, infecções virais e doenças dermatológicas. Algumas medidas simples podem evitar ou pelo menos amenizar esses problemas. Conversamos sobre o assunto com a dermatologista Dra. Ana Rosa Magaldi Ribeiro de Oliveira, que recentemente ministrou uma palestra na sede da FUNDAFFEMG, e com a pneumologista Dra. Ângela Pedrosa de Pádua Monteiro. Elas listaram as doenças mais comuns desta estação e deram dicas de como preveni-las.

 Solicite autorizações com antecedência

Para simplificar o atendimento aos beneficiários, autorizações de procedimentos simples, como consultas, exames laboratoriais e algumas terapias são solicitadas diretamente pelos prestadores de serviços. Entretanto, procedimentos mais complexos estão sujeitos a autorização prévia da auditoria técnica da FUNDAFFEMG. 

Quais procedimentos devem ser oferecidos por um plano de saúde?

 

Para entender como funciona a cobertura de um plano de saúde é preciso saber em que segmento ele se encaixa – no caso do FUNDAFFEMG-Saúde, Ambulatorial + Hospitalar com Obstetrícia. Para cada tipo de plano estão previstos procedimentos obrigatórios definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).Denominada Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a listagem é revista a cada dois anos para atender critérios científicos comprovados de segurança, eficiência e efetividade no diagnóstico e no tratamento de patologias.

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Como a poluição do ar impacta a sua saúde


Dados preliminares de um estudo, obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, revelam que respirar o ar da capital paulista por duas horas, no trânsito, equivale a fumar um cigarro. A pesquisa, realizada por estudiosos da Universidade de São Paulo (USP), é inédita e pretende comparar os impactos da poluição aos danos causados pelo tabagismo. A conclusão, até agora, é de que o pulmão de um morador da cidade, em 30 anos, estaria igual ao de um fumante leve – aquele que consome menos de dez cigarros por dia.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores mediram a quantidade de carbono no pulmão de pessoas já falecidas, ao mesmo tempo em que investigavam o estilo de vida que elas tinham. Por meio de entrevistas com familiares dos pacientes, eles obtiveram informações de onde viviam, qual era a profissão, quanto tempo ficavam no trânsito e se fumavam ou eram fumantes passivos. Com isso, os estudiosos poderiam notar como a pessoa se expunha ao carbono que se acumulou no pulmão.
Essa pesquisa comprova o tanto que a poluição é prejudicial à nossa saúde. E sabemos que ela não está apenas no trânsito de São Paulo. De acordo com a ONU Meio Ambiente e a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que a poluição do ar mata cerca de 7 milhões de pessoas ao ano. Além disso, 80% das cidades teriam o nível de poluição acima do recomendado.
As consequências disso não são apenas os problemas respiratórios. Além dos danos ambientais, como a redução da camada de ozônio, a poluição do ar também provoca uma série de alterações no corpo, como as irritações nos olhos – devido à secura. O estudo em questão aponta, ainda, uma possível relação entre a poluição e a obesidade, pois as impurezas do ar poderiam causar redução do metabolismo e modificações hormonais relacionadas à saciedade.


Outros estudos analisam mais impactos da poluição do ar ao organismo:


•    A luz do sol não chega ao corpo na quantidade que deveria, por causa da camada de poluição, provocando a deficiência da vitamina D.
•    Doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson, teriam a progressão acelerada.
•    Doenças cardiovasculares podem ser pioradas.
•    O risco de nascimento de bebês prematuros ou com baixo peso aumentaria.

Informações retiradas do jornal O Estado de S. Paulo

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