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Combate e Prevenção da Hanseníase

No último domingo de janeiro, comemora-se o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, conscientizando a todos sobre os sintomas, os perigos e a importância do diagnóstico precoce da doença. Antigamente, quando os aspectos da enfermidade ainda eram pouco conhecidos, os portadores da hanseníase eram associados a impurezas, sendo excluídos do convívio social. Por isso, a data também ajuda a evitar que mais pacientes sejam vítimas do preconceito.

Fibromialgia

A Fibromialgia é uma doença reumatológica, que provoca dores generalizadas pelo corpo, principalmente nas articulações e nos tendões. O paciente apresenta fadiga, intolerância ao exercício físico e sono não repousante – sensação de continuar cansado, mesmo depois de dormir. Na maioria dos casos, a doença afeta o público feminino. As mulheres entre 30 e 55 anos são as mais atingidas. No entanto, pessoas idosas, crianças e adolescentes também podem desenvolver a síndrome.

Febre Amarela

Minas Gerais está em alerta para os casos de Febre Amarela Silvestre. Se você mora ou vai viajar para regiões de risco, vacine-se!

Mamografia: uma chance para realizar o exame!

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o que mais afeta a população mundial e brasileira. O percentual só não é maior do que o de pele não melanoma. A última estimativa divulgada pelo instituto era de que 57.960 novos casos fossem diagnosticados no Brasil em 2016/2017. Por essas e outras razões, o câncer de mama tem sido tratado como prioridade da agenda de saúde do país.

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  Dia Mundial da Luta contra a Aids


 O primeiro dia de dezembro é voltado para a visibilidade e a conscientização a respeito da Aids. A data foi estabelecida mundialmente, há 30 anos, a fim de aumentar os debates sobre o assunto, esclarecer informações, promover a troca de experiências e de assistência aos portadores do vírus HIV e da Aids, reforçando, ainda, a solidariedade, e o respeito a essas pessoas. O dia visa, também, frear o aumento de casos de HIV/Aids no mundo.

 

VÍRUS HIV

HIV é a sigla, em inglês, para Vírus da Imunodeficiência Humana. Ele ataca o sistema imunológico, responsável pela defesa do corpo, e é o causador da Aids. Ao alterar o DNA dos linfócitos T CD4+ (glóbulos brancos), o HIV faz cópias de si mesmo, aumentando a sua infecção no organismo. A pessoa que contrai esse vírus é chamada de soropositiva, mas isso não quer dizer que ela tenha Aids. Muitos soropositivos vivem sem desenvolver a doença, tomando os medicamentos que inibem a multiplicação do vírus.

A transmissão do HIV é feita por sangue, esperma, secreção vaginal ou leite materno. Sendo assim, a infecção pode ser por meio do contato sexual sem preservativo, compartilhamento de seringas e objetos cortantes sem esterilização, transfusão de sangue contaminado, e da mãe para o filho durante a gravidez ou na amamentação.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o vírus não é transmitido pelo ar, por saliva, suor, picada de inseto ou qualquer contato físico que não envolva os aspectos citados acima. Por isso, a conscientização é tão importante, para diminuir o preconceito com os portadores de HIV/Aids. Preservar a autoestima dos soropositivos é um ponto essencial no tratamento. 

 

AIDS

A sigla Aids, também em inglês, representa a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. Esta doença destrói os glóbulos brancos, comprometendo a defesa do organismo e facilitando o desenvolvimento de outras doenças, desde resfriados ao câncer.

Os primeiros sintomas da Aids podem aparecer de três a seis semanas após a infecção. Eles são parecidos com os sinais da gripe, como febre e mal-estar, o que pode confundir o diagnóstico. Depois disso, vem um período assintomático, capaz de durar anos, e, em seguida, o paciente pode apresentar febre, diarreia, suor noturno, emagrecimento e fraqueza. Este é o estágio mais avançado da Aids, em que as células de defesa do corpo já foram muito comprometidas.

É nesse período que as doenças oportunistas, aquelas que se aproveitam do enfraquecimento do organismo, começam a aparecer. Sendo assim, o diagnóstico precoce do HIV é extremamente importante, para que o tratamento seja iniciado o quanto antes. Então, se você passou por alguma situação de risco, faça o exame anti-HIV ou o teste rápido, ofertados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A Aids não tem cura, mas existem os remédios retrovirais, que combatem o desenvolvimento do vírus, melhorando a qualidade de vida do portador e reconstituindo o sistema imunológico. Com os medicamentos e as recomendações indicadas pelos médicos, é possível viver bem com o vírus.

 

PREVENÇÃO

É importante usar camisinha e evitar o compartilhamento de instrumentos que furam ou cortam. Opte por seringas e agulhas descartáveis e use luvas, caso precise entrar em contato com feridas ou líquidos possivelmente contaminados. Além disso, as recomendações do pré-natal, parto e pós-parto diminuem muito as chances de transmissão do vírus da mãe para o filho.

 

Informações retiradas dos portais aids.gov.br e minhavida.com.br

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