FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Alergia Alimentar

Todos os anos, milhões de pessoas são afetadas pela alergia alimentar, que, de acordo com a Associação Brasileira de Imunologia, atinge 7% da população do país.  Por esse motivo, é preciso ficar atento a essa reação, para tomar as devidas precauções e evitar problemas mais graves.

  Dia Mundial da Luta contra a Aids

 O primeiro dia de dezembro é voltado para a visibilidade e a conscientização a respeito da Aids. A data foi estabelecida mundialmente, há 30 anos, a fim de aumentar os debates sobre o assunto, esclarecer informações, promover a troca de experiências e de assistência aos portadores do vírus HIV e da Aids, reforçando, ainda, a solidariedade, e o respeito a essas pessoas. O dia visa, também, frear o aumento de casos de HIV/Aids no mundo.

 Por que doar sangue? 

 A ciência progrediu, e vem avançando cada vez mais, com novas pesquisas e descobertas. Entretanto, na área da saúde, ainda não foi encontrado um substituto para o sangue. A única solução para alguém que necessita de uma transfusão é contar com a solidariedade de outras pessoas.

Doenças Sexualmente Transmissíveis

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são contraídas a partir do ato sexual sem camisinha. As mais comuns são Aids, sífilis, gonorreia, herpes, HPV e clamídia. Elas podem afetar, igualmente, homens e mulheres com vida sexual ativa, e o risco aumenta com a troca frequente de parceiros. As DSTs podem ser provocadas por vírus, bactérias ou fungos, por isso, os tratamentos são diversificados.

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Síndrome do Ovário Policístico 


Também conhecida por SOP, a Síndrome dos Ovários Policísticos é um distúrbio que afeta a produção hormonal feminina, o que provoca a formação de cistos (bolsas de material líquido) no ovário, fazendo com que ele aumente de tamanho. Ela é caracterizada pela alta produção de hormônios masculinos e pelo ciclo irregular da menstruação.

 

Os fatores que levam ao desenvolvimento dessa síndrome ainda são pouco conhecidos. Acredita-se que ela tenha origem genética e possua ligação à produção em excesso de insulina, já que 50% das mulheres com essa doença têm o chamado hiperinsulinismo, o que causa as alterações hormonais.

 

SINTOMAS

Há casos em que é possível perceber os sintomas da SOP já na primeira menstruação. No entanto, a doença pode se desenvolver posteriormente. Os principais sinais da existência dessas disfunções hormonais são:

·         Alterações na menstruação, com atrasos entre os ciclos;

·         Ganho de peso, obesidade;

·         Hirsutismo – aumento de pelos no rosto, seio e abdômen;

·         Aumento da oleosidade na pele, provocando o aparecimento da acne;

·         Infertilidade.

 

FATORES DE RISCO

Não se sabe, ao certo, o que causa a disfunção hormonal característica da síndrome dos ovários policísticos, mas existem fatores que podem estimular a doença, como:

·         Excesso de insulina;

·         Resistência à insulina;

·         Histórico familiar;

·         Peso baixo ao nascer;

·         Precoce aparecimento dos pelos pubianos.

 

DIAGNÓSTICO

A SOP pode ser identificada por meio de exames clínicos ou laboratoriais, que verificam a dosagem de hormônios presentes no corpo da mulher, se há alterações nos níveis de testosterona total, além da dosagem de glicemia, e ultrassom ginecológico, que analisa o volume do ovário. Caso esteja aumentado ou apresentar mais de dez cistos na superfície de cada ovário, é sinal de que a paciente é portadora da síndrome.

 

TRATAMENTO:

A SOP é uma doença crônica, então o tratamento é feito de acordo com os sintomas de cada caso e a pretensão da mulher. Ele pode ser realizado por meio de:

·         Anticoncepcionais orais, para o controle hormonal, que irá reduzir o volume do ovário e conter o aparecimento dos cistos. Este método é voltado para as pacientes que não desejam engravidar, e, também, pode refletir positivamente no crescimento dos pelos, no aparecimento de espinhas, na irregularidade menstrual e nas cólicas.

·         Cirurgia de microcauterização do ovário, estimulando a ovulação;

·         Remédios de controle da insulina;

·         Dieta e atividade física;

·         Indução da ovulação, para estimular a fertilidade, caso a mulher pretenda engravidar.

   

PREVENÇÃO

Não há uma prevenção para a SOP, mas ela pode ser identificada de forma precoce, caso as consultas ao ginecologista sejam regulares. Assim, é possível evitar as complicações, como doenças cardiovasculares, infertilidade, diabetes tipo 2, obesidade e síndrome metabólica.

  

Informações retiradas dos sites gineco.com.br/saude-feminina, minhavida.com.br e drauziovarella.com.br.

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