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Combate e Prevenção da Hanseníase

No último domingo de janeiro, comemora-se o Dia Mundial de Combate à Hanseníase e o Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase, conscientizando a todos sobre os sintomas, os perigos e a importância do diagnóstico precoce da doença. Antigamente, quando os aspectos da enfermidade ainda eram pouco conhecidos, os portadores da hanseníase eram associados a impurezas, sendo excluídos do convívio social. Por isso, a data também ajuda a evitar que mais pacientes sejam vítimas do preconceito.

Fibromialgia

A Fibromialgia é uma doença reumatológica, que provoca dores generalizadas pelo corpo, principalmente nas articulações e nos tendões. O paciente apresenta fadiga, intolerância ao exercício físico e sono não repousante – sensação de continuar cansado, mesmo depois de dormir. Na maioria dos casos, a doença afeta o público feminino. As mulheres entre 30 e 55 anos são as mais atingidas. No entanto, pessoas idosas, crianças e adolescentes também podem desenvolver a síndrome.

Febre Amarela

Minas Gerais está em alerta para os casos de Febre Amarela Silvestre. Se você mora ou vai viajar para regiões de risco, vacine-se!

Mamografia: uma chance para realizar o exame!

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de mama é o que mais afeta a população mundial e brasileira. O percentual só não é maior do que o de pele não melanoma. A última estimativa divulgada pelo instituto era de que 57.960 novos casos fossem diagnosticados no Brasil em 2016/2017. Por essas e outras razões, o câncer de mama tem sido tratado como prioridade da agenda de saúde do país.

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Síndrome do Ovário Policístico 


Também conhecida por SOP, a Síndrome dos Ovários Policísticos é um distúrbio que afeta a produção hormonal feminina, o que provoca a formação de cistos (bolsas de material líquido) no ovário, fazendo com que ele aumente de tamanho. Ela é caracterizada pela alta produção de hormônios masculinos e pelo ciclo irregular da menstruação.

 

Os fatores que levam ao desenvolvimento dessa síndrome ainda são pouco conhecidos. Acredita-se que ela tenha origem genética e possua ligação à produção em excesso de insulina, já que 50% das mulheres com essa doença têm o chamado hiperinsulinismo, o que causa as alterações hormonais.

 

SINTOMAS

Há casos em que é possível perceber os sintomas da SOP já na primeira menstruação. No entanto, a doença pode se desenvolver posteriormente. Os principais sinais da existência dessas disfunções hormonais são:

·         Alterações na menstruação, com atrasos entre os ciclos;

·         Ganho de peso, obesidade;

·         Hirsutismo – aumento de pelos no rosto, seio e abdômen;

·         Aumento da oleosidade na pele, provocando o aparecimento da acne;

·         Infertilidade.

 

FATORES DE RISCO

Não se sabe, ao certo, o que causa a disfunção hormonal característica da síndrome dos ovários policísticos, mas existem fatores que podem estimular a doença, como:

·         Excesso de insulina;

·         Resistência à insulina;

·         Histórico familiar;

·         Peso baixo ao nascer;

·         Precoce aparecimento dos pelos pubianos.

 

DIAGNÓSTICO

A SOP pode ser identificada por meio de exames clínicos ou laboratoriais, que verificam a dosagem de hormônios presentes no corpo da mulher, se há alterações nos níveis de testosterona total, além da dosagem de glicemia, e ultrassom ginecológico, que analisa o volume do ovário. Caso esteja aumentado ou apresentar mais de dez cistos na superfície de cada ovário, é sinal de que a paciente é portadora da síndrome.

 

TRATAMENTO:

A SOP é uma doença crônica, então o tratamento é feito de acordo com os sintomas de cada caso e a pretensão da mulher. Ele pode ser realizado por meio de:

·         Anticoncepcionais orais, para o controle hormonal, que irá reduzir o volume do ovário e conter o aparecimento dos cistos. Este método é voltado para as pacientes que não desejam engravidar, e, também, pode refletir positivamente no crescimento dos pelos, no aparecimento de espinhas, na irregularidade menstrual e nas cólicas.

·         Cirurgia de microcauterização do ovário, estimulando a ovulação;

·         Remédios de controle da insulina;

·         Dieta e atividade física;

·         Indução da ovulação, para estimular a fertilidade, caso a mulher pretenda engravidar.

   

PREVENÇÃO

Não há uma prevenção para a SOP, mas ela pode ser identificada de forma precoce, caso as consultas ao ginecologista sejam regulares. Assim, é possível evitar as complicações, como doenças cardiovasculares, infertilidade, diabetes tipo 2, obesidade e síndrome metabólica.

  

Informações retiradas dos sites gineco.com.br/saude-feminina, minhavida.com.br e drauziovarella.com.br.

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