FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

 Entenda porque a FUNDAFFEMG é uma autogestão

 A FUNDAFFEMG é uma operadora de autogestão porque está vinculada a uma categoria de profissionais, os associados da Associação dos Funcionários Fiscais do Estado de Minas Gerais (AFFEMG). A Fundação, que possui autonomia administrativa e financeira para gerenciar serviços, surgiu de uma iniciativa da própria categoria profissional, em  1985,  com o lema de solidariedade, seguindo o princípio da mútua ajuda, motivo pelo qual o sistema de contribuição é o rateio de despesas entre os beneficiários.  

 

Cuidados com a saúde no inverno

O inverno está aí, e, com a queda da temperatura, os cuidados com a saúde devem dobrar. O clima frio e seco favorece a ocorrência de alergias, infecções virais e doenças dermatológicas. Algumas medidas simples podem evitar ou pelo menos amenizar esses problemas. Conversamos sobre o assunto com a dermatologista Dra. Ana Rosa Magaldi Ribeiro de Oliveira, que recentemente ministrou uma palestra na sede da FUNDAFFEMG, e com a pneumologista Dra. Ângela Pedrosa de Pádua Monteiro. Elas listaram as doenças mais comuns desta estação e deram dicas de como preveni-las.

 Solicite autorizações com antecedência

Para simplificar o atendimento aos beneficiários, autorizações de procedimentos simples, como consultas, exames laboratoriais e algumas terapias são solicitadas diretamente pelos prestadores de serviços. Entretanto, procedimentos mais complexos estão sujeitos a autorização prévia da auditoria técnica da FUNDAFFEMG. 

Quais procedimentos devem ser oferecidos por um plano de saúde?

 

Para entender como funciona a cobertura de um plano de saúde é preciso saber em que segmento ele se encaixa – no caso do FUNDAFFEMG-Saúde, Ambulatorial + Hospitalar com Obstetrícia. Para cada tipo de plano estão previstos procedimentos obrigatórios definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).Denominada Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a listagem é revista a cada dois anos para atender critérios científicos comprovados de segurança, eficiência e efetividade no diagnóstico e no tratamento de patologias.

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Diabetes Gestacional


 No decorrer da gravidez, normalmente a partir do terceiro trimestre, ocorre um aumento de glicose no sangue da mulher (hiperglicemia), para suprir as necessidades do bebê. Nesse período, porém, a placenta produz substâncias que bloqueiam a ação da insulina, fazendo com que a quantidade desse hormônio, produzido pelo pâncreas, seja insuficiente para transformar a quantidade de açúcar em energia, levando ao diabetes gestacional.

 

Durante a gravidez, a mãe precisará tomar uma série de cuidados e realizar o pré-natal corretamente. Após o parto, o problema tende a desaparecer, pois os níveis de açúcar no sangue, geralmente, se normalizam em uma semana. A hiperglicemia na gravidez pode atingir qualquer mulher e nem sempre é possível identificar os sintomas. Dessa forma, é recomendado que toda gestante, a partir da 24ª semana, busque monitorar, regularmente, a glicose.

 

SINTOMAS

Raramente, os sintomas do diabetes gestacional são detectados facilmente, porque podem ser confundidos com mudanças comuns que acontecem durante a gravidez, como visão turva e aumento de sede, fome e micção.

 

FATORES DE RISCO

·         Gestação após os 25 anos;

·         Sobrepeso ou obesidade;

·         Ganho de peso em excesso na gravidez;

·         Síndrome dos ovários policísticos;

·         Histórico de diabetes em parentes de 1º grau, ou de diabetes gestacional na família;

·         Histórico de filhos que nasceram com mais de 4 kg.

·         Diabetes gestacional na gravidez anterior;

·         Hipertensão arterial na gravidez;

·         Gestação de gêmeos.

   

DIAGNÓSTICO

O diabetes gestacional é diagnosticado por meio do exame de sangue entre a 24ª e a 28ª semanas de gravidez. Se o problema for confirmado, o médico solicitará outros testes para avaliar a saúde da mãe e do bebê. As consultas periódicas durante o pré-natal são essenciais para identificar qualquer complicação.

 

TRATAMENTO

O tratamento recomendado para o diabetes gestacional é uma uma orientação nutricional específica e a prática de atividades físicas, se não houver contraindicação. Caso esses métodos não sejam eficazes, o médico poderá indicar as injeções periódicas de insulina ou um medicamento que controle o açúcar no sangue. O desenvolvimento da criança no útero também será verificado constantemente.

Com o monitoramento adequado, o bebê permanecerá saudável. Mas, se isso não for feito, a criança pode nascer com excesso de peso, prematura, ter uma hipoglicemia, diabetes tipo 2, icterícia ou, em casos extremos, perder a vida. No caso da mãe, a falta de controle do diabetes na gestação poderá causar hipertensão e o desenvolvimento do diabetes tipo 2, depois da gravidez. Após o parto, o médico solicitará novos exames de sangue para monitorar o nível de glicose.

 

Informações retiradas dos sites diamundialdodiabetes.org.br e minhavida.com.br.

 

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