FUNDAFFEMG - Fundação AFFEMG de Assistência e Saúde

Doenças Sexualmente Transmissíveis

As doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) são contraídas a partir do ato sexual sem camisinha. As mais comuns são Aids, sífilis, gonorreia, herpes, HPV e clamídia. Elas podem afetar, igualmente, homens e mulheres com vida sexual ativa, e o risco aumenta com a troca frequente de parceiros. As DSTs podem ser provocadas por vírus, bactérias ou fungos, por isso, os tratamentos são diversificados.

Prostatite

A prostatite é uma inflamação que provoca o crescimento anormal da próstata, gerando desconforto, dor e obstrução da urina. Em geral, o problema é originado por uma bactéria, mas também pode ser relacionado a um vírus, fungo ou outros agentes.

Novembro Azul

A campanha Novembro Azul é um movimento de prevenção ao câncer de próstata e preservação da saúde do homem. A ação começou a ser realizada, no Brasil, em 2012, pelo Instituto Lado a Lado Pela Vida, com o objetivo principal de quebrar a resistência dos homens em relação às consultas médicas, e, assim, estimular a realização dos exames preventivos, essenciais para diagnosticar doenças em fase inicial.

 

Candidíase

 O crescimento excessivo do fungo Candida (também chamado Monília), no organismo, provoca uma infecção denominada Candidíase ou Monolíase Vaginal. Tal irritação pode ser ocasionada pelo enfraquecimento do sistema imunológico ou pelo uso de alguns antibióticos.

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Mantenha a rotina com Parkinson


A doença de Parkinson é caracterizada por tremores, instabilidade postural, rigidez muscular, alteração na fala e na escrita. Ela é crônica, degenerativa e progressiva, afetando o sistema nervoso. O Parkinson não interfere na memória ou na capacidade intelectual. Em geral, a doença atinge pessoas acima de 50 anos, mas também pode aparecer em pessoas mais jovens.

 

A enfermidade é causada pela redução de dopamina no cérebro, substância responsável pelos movimentos voluntários do corpo. Não se sabe ainda o que pode provocar essa alteração da dopamina, nem como preveni-la. Por não ter cura, o tratamento não pode ser interrompido.

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico do Parkinson é feito por um neurologista. É comum que o médico peça uma série de exames, como tomografia e eletroencefalograma, para verificar se os sintomas não apontam para outras doenças. O paciente vai apresentar um histórico de lentidão dos movimentos, tremores nos dedos ou no rosto, caminhar arrastando os pés e postura inclinada para a frente.

 

TRATAMENTO

Apesar de não ter cura, existem medicamentos que diminuem os sintomas e retardam a evolução da doença, suprindo parcialmente a falta da dopamina. Em alguns casos, o médico pode indicar o tratamento cirúrgico.

Outro método utilizado, junto aos remédios, é a fisioterapia, com exercícios físicos específicos que podem manter a atividade muscular e a flexibilidade, além de ajudar o paciente mentalmente. A terapia ocupacional pode facilitar os afazeres diários do parkinsoniano, a fonoaudiologia ajuda a preservar uma fala compreensível, e a psicologia promove o apoio emocional ao paciente e aos familiares. O suporte da família e de um cuidador também são importantes para o portador da doença de Parkinson.

 

ROTINA

Quem possui o Parkinson precisa manter a rotina e algum hobby para não se abater pela doença! Algumas práticas podem melhorar a mobilidade e, até mesmo, aliviar os sintomas. Veja as dicas:

·         Pintura;

·         Exercícios físicos;

·         Dança;

·         Tai Chi Chuan;

·         Música;

·         Canto;

·         Acupuntura;

·         Meditação.

 

É sempre importante lembrar que a orientação médica é primordial, não podendo ser substituída pelas informações aqui apresentadas.

 

Fontes: Revista Proteste Saúde e Associação Brasil Parkinson.

 

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